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Secretaria da Saúde de Júlio Mesquita realizou a Vacinação contra raiva de cães e gatos 2018
Foto:Depto. Imprensa/Comunicação

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Neste dia 15 de setembro 2018 as 08:00hs a Secretaria de Saúde de Júlio Mesquita realizou a campanha de Vacinação Contra Raiva Animal, que ocorreu em frente ao próprio centro de saúde onde foram vacinados cães e gatos.

O serviço é gratuito e obrigatório para animais com mais de 3 meses. Cães e gatos doentes não devem ser vacinados. Para cadelas grávidas a orientação é a de que o tutor busque pela vacina fora da campanha, devido ao risco no transporte e no manejo.

 

FIQUE POR DENTRO DA TRANSMISSÃO, SINTOMAS E TRATAMENTOS DA RAIVA CANINA, UMA DOENÇA QUE TAMBÉM PODE AFETAR OUTRAS ESPÉCIES

A raiva é um vírus, uma zoonose (doença que pode ser transmitida dos animais para o homem) quase erradicada atualmente, mas, mesmo assim, muito temida. Isso porque a taxa de mortalidade da doença, que atinge apenas mamíferos, é  de quase 100%.  Os principais transmissores são os animais silvestres, como morcegos, gambás e macacos, que contaminam cachorros, gatos e humanos de forma acidental.  O contágio ocorre por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida. Nos cachorros essa doença é conhecida como raiva canina. 

 

raiva canina possui alguns tipos e fases e é considerada incurável, por isso é essencial a prevenção por meio da vacina.  Além disso, pelo fato dos cães serem, em sua maioria, animais domésticos, são os principais transmissores da doença para os humanos.  É preciso ficar atento aos sintomas para ter um diagnóstico rápido e evitar a disseminação da doença dentro de casa.

 

Sintomas da raiva canina

Os principais sintomas são o aparecimento repentino de uma agressividade no animal, salivação excessiva e paralisia. Além da mudança de comportamento, um cão feliz e brincalhão pode se tornar um animal quieto, recatado e cansado. Esses sintomas vão se mostrando de acordo com as fases da raiva canina

Reprodução

Um dos sintomas da raiva canina é a agressividade

Um dos sintomas da raiva canina é a agressividade

 

Os sintomas só irão aparecer após o período de incubação que varia de 3 a 6 semanas. Depois disso esses sintomas vão depender das fases da raiva canina. A primeira delas é prodômica, nela ocorre mudança de comportamento, o animal se esconde em locais escuros, apresentam uma agitação inusitada em espaços curtos de tempo e maior desobediência, além de comerem coisas incomuns como madeira.  A prodômica, uma das fases da raiva canina, dura apenas de 1 a 3 dias. 

 

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A segunda fase da doença vem com um cão mais agressivo que tenta morder tudo e todos. O animal pode também se auto atacar, provocando graves ferimentos. Nesse período que dura em torno de 1 dia o cachorro também saliva muito, parando de comer e de beber água. Na última fase o animal sofre com convulsões generalizadas e entra em um estado paralítico e morrerá dentro de 48h. 

Formas da raiva canina

A raiva canina pode acontecer de duas formas, a raiva furiosa, a raiva muda e a raiva intestinal. Os sintomas podem variar de acordo com cada forma. 

Raiva furiosa

A raiva furiosa é a mais comum. O cachorro late muito e acaba ficando fanho. Agitação, agressividade e excesso  de baba com espuma, convulsões e paralisia são as principais características. Um animal com raiva furiosa tem em torno de 4 a 7 dias de vida apenas. 

Raiva muda

Como o próprio nome já diz, na raiva muda o cão se torna mais calmo e melancólico. Nela o animal não apresenta agitação, não late muito e nem ataca, tende apenas a se isolar nas sombras, não atender pelos chamados e parar de comer e beber. Um animal com raiva muda também sofrerá com paralisias. 

Raiva intestinal 

A raiva intestinal é a mais rara dentro das formas de raiva caninas existentes. Nela o cachorro não apresenta nenhum dos sintomas mais comuns da raiva, nem a paralisia. O animal irá ter vômitos e cólicas frequentes até morrer. Um animal com raiva intestinal não vive mais do que 3 dias. 

Vacina contra a raiva

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A vacinação contra a raiva canina deve ser feita a partir e apenas a partir do quarto mês de vida do filhote.  O reforço deve ser feito de um em um ano após a aplicação da primeira dose. Essa regra serve também para os gatos que podem contrair a raiva felina. 

 

Depto. Imprensa / Comunicação - Prefeitura de Júlio Mesquita 

Data: 17-09-2018 01:02:56